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Investindo no Tesouro Direto


Ainda dentro do universo de investimentos de risco moderado, há boas opções para quem possui um pouco mais de conhecimento e educação financeira. Os fundos de renda fixa são uma delas. Na média, esses produtos acumulam uma rentabilidade de 3,80% neste ano – contra 3,54% dos referenciados DI.

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É importante o investidor notar que essa é a rentabilidade média das duas aplicações. Como os fundos de renda fixa compram títulos de crédito um pouco mais arriscados, é provável que alguns deles tenham registrado uma rentabilidade inferior ao dos fundos DI. Ganhará mais dinheiro, portanto, somente quem for capaz de selecionar bons gestores ou tiver sorte.

Outra opção que exige um pouco mais de sofisticação por parte do investidor é o Tesouro Direto. Por meio dessa ferramenta, o governo vende títulos públicos diretamente ao investidor. O ganho com os papéis também está sujeito à incidência de Imposto de Renda. A vantagem do investidor é não ter de arcar com a taxa de administração cobrada pelo banco (veja a tabela de rentabilidades abaixo.

Título público via Tesouro Direto

Remuneração

Vencimento

Rentabilidade bruta nos últimos 12 meses

Rentabilidade líquida dos últimos 12 meses *

LFT

Taxa Selic

07/03/2012

10,63%

8,24% a 9,04%

LTN

12,36%

01/01/2012

11,96%

9,27% a 10,17%

NTN-B Principal

6,77% mais IPCA

15/05/2015

12,94%

10,03% a 11%

*descontado o IR de 22,5% a 15% dos ganhos

Por outro lado, o investidor terá de abrir uma conta em uma corretora independente ou pedir para o banco em que tem conta corrente autorização para utilizar o home broker. Além disso, também pode ser necessário arcar com uma taxa de custódia dos títulos públicos comprados. Corretoras como Banif, Socopa e Spinelli concedem ao cliente isenção de taxa de custódia. Já a corretora TOV cobra a maior taxa do mercado, de 1% ao ano.

Nesse caso, diz Sinara, do Santander, pode ser interessante para o investidor continuar com os recursos investidos no próprio banco. Para quem possui mais de 30.000 reais para aplicar ou então planeja deixar o dinheiro investido por 1.080 dias ou mais, o Santander tem fundos DI que cobram 1% de taxa de administração ou CDBs que pagam 100% do CDI. As condições, portanto, são semelhantes às de quem decide comprar LFTs (Letras Financeiras do Tesouro, títulos com taxas pós-fixadas que acompanham a Selic) pelo Tesouro Direto. A vantagem do investidor que fica no banco é que a liquidez dos fundos é diária. Já no Tesouro Direto, é necessário esperar os leilões de recompra realizados todas as quartas-feiras para se desfazer de um papel.

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  1. […] fundos que têm como objetivo investir preponderantemente em títulos representativos da dívida externa de responsabilidade da […]

    Pingback por Fundos de Investimento de Capital Protegido, FIEX e Fundos de Açoes — 15 de outubro de 2011 #

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