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Fundos imobiliários para diversificar o risco ao abrir um negócio


A combinação de Tesouro Direto e Fundo de Investimento Imobiliário é uma sugestão de aplicação para quem tem um montante razoável de capital para investir por um período curto de tempo.

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É uma boa opção, por exemplo, para o poupador que juntou R$ 150 mil e pretende adquirir uma franquia de loja ou restaurante em um ano.

Tesouro Direto + Fundo de Investimento Imobiliário (FII)

No caso do Tesouro Direto, as sugestões são as Letras Financeiras do Tesouro (LFT), que variam de acordo com a Selic, e as Notas do Tesouro Nacional – série B (NTN-B), que acompanham a inflação.

O cálculo do retorno das LFT é feito diariamente, corrigido pela taxa básica de juros correspondente a um dia. Se a taxa básica de juros sobe, o rendimento diário aumenta, se as taxa básica de juros cai, ele também cai. Já o retorno das NTN-B é resultado da inflação mais uma taxa previamente estipulada.

O investidor pode comprar os títulos do Tesouro diretamente do governo, por meio de instituições autorizadas.

Já os fundos imobiliários aplicam os recursos dos investidores em negócios de base imobiliária, como no desenvolvimento de empreendimentos ou em imóveis prontos. São interessantes porque são isentos de imposto de renda para pessoas físicas, desde que possuam pelo menos 50 cotistas e desde que o investidor não detenha mais de 10% da totalidade de cotas emitidas.

A rentabilidade geralmente é maior do que a do Tesouro Direto, mas especialistas sugerem uma exposição de no máximo 50% do capital pelo fato de ser um produto mais arriscado e com menor liquidez.

Como são fundos fechados, o resgate das cotas não é permitido antes do prazo, mas o investidor pode vender suas cotas para terceiros.

CDB DI (Certificado de Depósito Bancário indexado ao Depósito Interbancário)

Como a inflação está alta, a aposta dos especialistas é de aumento dos juros, o que eleva o ganho desses títulos, que são atrelados à taxa básica de juros brasileira, a Selic.

Os CDB DI são comprados em bancos ou outras instituições financeiras e, na hora da aquisição, os clientes devem tentar negociar uma boa taxa de retorno (um percentual do ganho fica com o banco).

Como o capital supera R$ 120 mil, o investidor pode dividir o dinheiro em dois bancos, assim, ele obtém em ambos a proteção de R$ 60 mil que o Fundo Garantidor de Crédito oferece o caso de quebra da instituição financeira.

Quando chegar a metade do ano, a recomendação é de o investidor observe o quanto a Selic subiu. Caso a alta tenha sido expressiva e as expectativas sejam de baixa, pode valer a pena trocar de modalidade, para a poupança, por exemplo.

Uma desvantagem em relação aos Títulos do Tesouro é que os custos envolvidos na aplicação, cobrados pelos bancos, são mais altos.

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